Maria: Mãe biológica de Jesus, não mãe de Deus

Aqui está um artigo baseado em materiais do site CACP.APP.BR mostrando que Maria foi a mãe biológica de Jesus — mas não pode ser chamada biblicamente de “Mãe de Deus” no sentido de origem eterna de Deus:


Maria: Mãe biológica de Jesus, não mãe de Deus

O ministério apologético e bíblico do CACP tem abordado diversas vezes a pessoa de Maria, a mãe de Jesus, especialmente no contexto de controvérsias teológicas como a doutrina católica de Maria “Mãe de Deus” (Theotókos). A partir de artigos e estudos publicados no CACP.APP.BR, é possível construir uma argumentação clara sobre quem Maria realmente é conforme a Bíblia, e por que o título “mãe de Deus” é inadequado se interpretado de forma literal ou fora do contexto bíblico.

📌 1. Maria foi a mãe biológica de Jesus

A Bíblia apresenta Maria como uma mulher judia de Nazaré, escolhida por Deus para gerar Jesus Cristo no seu ventre por obra do Espírito Santo. Esse fato é afirmado de maneira explícita nas narrativas do Novo Testamento: o anjo Gabriel anuncia a ela que conceberia um filho e lhe daria o nome Jesus — e isso ocorre através de uma gravidez milagrosa, sem progenitor humano masculino participando da concepção. (CACP – Ministério Apologético)

Portanto, conforme a própria Bíblia e a explicação do CACP, Maria foi a responsável pelo nascimento físico de Jesus e foi o “receptáculo” pelo qual o corpo humano de Cristo foi formado. (CACP – Ministério Apologético)

📌 2. Jesus é descrito como “Deus encarnado”, mas isso não origina Deus

A teologia cristã histórica reconhece que Jesus é verdadeiro homem e verdadeiro Deus ao mesmo tempo — essa é a afirmação central da fé cristã e é defendida mesmo por apologética tradicional. Entretanto, isso não significa que Maria seja a “origem” da pessoa divina de Cristo ou que ela tenha gerado a natureza divina de Jesus desde toda a eternidade. (CACP – Ministério Apologético)

O termo tradicionalmente usado pelos católicos e ortodoxos para Maria é Theotókos, palavra grega que literalmente significa “aquela que dá à luz a Deus”. (Wikipédia)
Mas como muitos apontam (incluindo alguns textos no CACP), esse título foi estabelecido no Concílio de Éfeso séculos depois dos evangelhos serem escritos, e sua intenção original era afirmar que o Cristo que Maria gerou é o Cristo que é Deus encarnado, não que Maria é a causa eterna da natureza divina. (CACP – Ministério Apologético)

📌 3. A Bíblia chama Maria de “mãe de Jesus”, não de “mãe de Deus”

Nos evangelhos não há nenhuma declaração direta de que Maria seja chamada de “mãe de Deus”. O que os evangelistas registram repetidamente é que ela é mãe de Jesus: por exemplo em João 2 e em outros textos onde o Mestre se refere a ela como sua mãe. A expressão “mãe de Deus” como título formal simplesmente não aparece no texto bíblico. (CACP – Ministério Apologético)

Esse ponto é usado no site do CACP como argumento contra a confusão teológica que algumas tradições têm ao equiparar Maria a qualquer tipo de origem ou meio de existência da divindade. (CACP – Ministério Apologético)

📌 4. Por que muitos teólogos discordam do título “Mãe de Deus”

Além da ausência do termo nos evangelhos, a crítica apresentada pelo CACP aponta que:

Ou seja, mesmo enquanto o CACP reconhece que Jesus é Deus e homem, ele rejeita a conclusão lógica de que Maria seja a “mãe de Deus no sentido pleno” porque isso extrapola o que a Bíblia realmente ensina sobre Maria e sobre Cristo. (CACP – Ministério Apologético)


Conclusão

Com base nos textos do CACP.APP.BR e na leitura bíblica:

Assim, o artigo refuta o título de “Mãe de Deus” para Maria quando entendido como algo além do fato de ela ter gerado Jesus fisicamente, e reforça que ela foi a mãe humana de Cristo, conforme o registro bíblico.

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