• O CACP
    • Quem somos
    • O que fazemos
    • Cremos
    • Diretoria
    • Jurídico
  • App CACP
  • e-Learning
  • Natanael Rinaldi
  • Termos de Uso
  • Contato
  • Login
CACP - Ministério Apologético
  • Home
  • Seitas
    • Catolicismo
    • Islamismo
    • Espiritismo
    • Testemunhas de Jeová
    • Mormonismo
    • Adventismo
    • Seitas Orientais
    • Pseudocristãs
    • Igreja Universal
    • Diversas
    • Destrutivas
  • Movimentos
    • Ufologia
    • Ateísmo
    • Calvinismo
    • Criticismo
    • Evolucionismo
    • Homossexualismo
    • Nome Sagrado
    • Contraditórios
  • Estudos Bíblicos
    • Diversos
    • Polêmicas
    • Dificuldades Bíblicas
    • Apologia
    • Credos Históricos
    • Religião e Sociedade
    • Missões
    • Escatologia
    • PDFs de Estudos
  • Diversos
    • Entrevistas
    • História Geral
    • Testemunhos
    • Debates
    • Mídia e Fé
  • Materiais Apologéticos
    • Livros
    • Artigos
    • PowerPoint
    • Áudio
    • Papel de Parede
    • Jornal “O Alerta”
  • Palestras
  • Vídeos
    • Canal YouTube
  • PDFs
Sem resultados
Ver todos
  • Home
  • Seitas
    • Catolicismo
    • Islamismo
    • Espiritismo
    • Testemunhas de Jeová
    • Mormonismo
    • Adventismo
    • Seitas Orientais
    • Pseudocristãs
    • Igreja Universal
    • Diversas
    • Destrutivas
  • Movimentos
    • Ufologia
    • Ateísmo
    • Calvinismo
    • Criticismo
    • Evolucionismo
    • Homossexualismo
    • Nome Sagrado
    • Contraditórios
  • Estudos Bíblicos
    • Diversos
    • Polêmicas
    • Dificuldades Bíblicas
    • Apologia
    • Credos Históricos
    • Religião e Sociedade
    • Missões
    • Escatologia
    • PDFs de Estudos
  • Diversos
    • Entrevistas
    • História Geral
    • Testemunhos
    • Debates
    • Mídia e Fé
  • Materiais Apologéticos
    • Livros
    • Artigos
    • PowerPoint
    • Áudio
    • Papel de Parede
    • Jornal “O Alerta”
  • Palestras
  • Vídeos
    • Canal YouTube
  • PDFs
Sem resultados
Ver todos
CACP - Ministério Apologético
Sem resultados
Ver todos
Home Destaques

Incertezas do acordo nuclear com o Irã

Artigo compilado por Artigo compilado
16 de julho de 2015
em Destaques, HotNews, Mídia e Fé, Política
0
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter

Três consequências, e incertezas, do acordo nuclear com o Irã

O presidente do Irã, Hassan Rouhani, e o dos EUA, Barack Obama, anunciaram o acordo praticamente ao mesmo tempo nesta terça-feira

“Histórico” para alguns, “desastroso” para outros. O acordo fechado entre Irã e o grupo chamado P5+1 (Estados Unidos, China, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha) para limitar o programa nuclear de Teerã em troca de alívio das sanções internacionais ao país do Oriente Médio não deixou a comunidade internacional indiferente.

Se os meses de negociações deram frutos, a grande dúvida agora é saber quais serão as consequências desse acordo tão esperado.

Para entender melhor o que pode mudar após o acordo, a ‘BBC’ lista três de seus possíveis efeitos e algumas questões que permanecem em aberto.

Impacto na economia (e no mercado de petróleo)

Não se trata de um acordo econômico, mas nuclear. Mesmo assim, o fim das sanções impactará de forma direta a economia do mundo todo, não apenas a do Irã.

O Congresso dos EUA tem 60 dias para aprovar ou rejeitar o acordo. De qualquer forma, Obama já prometeu vetar qualquer tentativa do Congresso para bloquear o pacto.

Caso tudo corra como espera o presidente dos EUA e o acordo seja totalmente implementado, espera-se que o Irã feche convênios lucrativos com grandes empresas de energia e aumente significativamente sua produção de petróleo.

Considerando que o Irã tem a quarta maior reserva de petróleo do mundo – estimada em 150 bilhões de barris – e a segunda maior reserva de gás natural do planeta, o potencial é gigante.

Hoje o Irã produz 2,85 milhões de barris de petróleo por dia. Bijan Zanganeh, ministro do Petróleo local, já anunciou que o país elevará a produção em 1 milhão de barris quando as sanções forem suspensas.

Embora o Irã tenha dito que o possível aumento de sua produção não terá grande impacto no mercado global, os preços do petróleo ficaram bastante voláteis nesta terça-feira.

A expectativa é que o Irã eleve suas exportações de petróleo em até 60% em um ano, segundo uma pesquisa com 25 analistas do setor feita pela agência de notícias Reuters. A demanda viria de países que reduziram as importações como consequência das sanções.

Mas “qualquer mudança nesse cenário não virá de imediato e será muito lenta”, afirmou à BBC Mundo Dina Esfandiary, especialista em Irã e pesquisadora do Centro de Estudos em Ciência e Segurança do King’s College de Londres.

“A infraestrutura petroleira do Irã é muito simples”, diz a pesquisadora. Ainda que todo o investimento fosse feito por multinacionais, construir a infraestrutura necessária levaria anos – e décadas até um aumento significativo da produção.

Impacto no equilíbrio de poder do Oriente Médio

Em termos geopolíticos, uma eventual aliança entre Irã, EUA e Europa pode ter “consequências sísmicas”, avalia o editor do serviço árabe da BBC, Mohamed Yehia.

Historicamente, o Irã tem sido o grande defensor das comunidades xiitas no Oriente Médio, em contraste com os grandes reinos sunitas dos países do Golfo Pérsico, liderados pela Arábia Saudita.

“O confronto é entre xiitas e sunitas. O Irã apoia o governo de Bashar al-Assad na Síria, o Hezbollah no Líbano e a revolução no Iêmen. Os sauditas o veem como uma grande ameaça”, afirma Yehia.

Ademais, segundo Yehia, o governo da Arábia Saudita acusa o Irã de fomentar – e financiar – a dissidência xiita dentro do próprio território saudita.

A rivalidade entre persas e árabes é histórica. Desde a Revolução Islâmica no Irã, em 1979, os EUA têm estado ao lado dos sauditas. E isso pode mudar agora.

Contudo, “o apoio do Irã a minorias xiitas não necessariamente tem a ver com uma agenda sectária, como é no caso da Arábia Saudita”, explica Esfandiary.

Os sauditas, que além de tudo são os principais produtores de petróleo da região, se verão afetados diretamente se o Irã começar a fechar acordos comerciais com o Ocidente, e não verão com bons olhos o seu principal aliado no Ocidente se tornar amigo de um inimigo.

“Eles (sauditas) temem que o acordo não garanta que o Irã detenha seu programa nuclear e se torne mais forte”, diz Yehia.

Impacto em Israel

A Arábia Saudita não é o único inimigo histórico do Irã na região. Nem o único aliado dos EUA.

“Israel deixou claro que está muito aborrecido. O próprio primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse estar profundamente preocupado com o acordo, que definiu como erro histórico”, lembra Yehia.

“Dar ao maior apoiador do terrorismo no mundo um passe livre para desenvolver armas nucleares é como dar fósforos a um piromaníaco”, afirmou o ministro de Ciência e Tecnologia israelense, Danny Danon.

Israel lançou mão de todo seu poder e de contatos internacionais para tentar deter as conversas que culminaram no acordo.

Em março, Netanyahu visitou o Congresso dos EUA, a convite da oposição republicana, para criticar as negociações com o Irã e alertar para as consequências de um possível afastamento entre os EUA e seu principal aliado no Oriente Médio.

Para Esfandiary, Israel e Arábia Saudita estão, acima de tudo, “fazendo barulho”. “Claro que não gostam do acordo. E não ficarão felizes com nenhum acordo, mas terão que entender que um Irã sentindo-se mais seguro é algo que beneficia toda a região”, diz a pesquisadora.

Questões em aberto

Ainda há dúvidas sobre como será a implementação do acordo. Será algo passível de execução a longo prazo? Quem cedeu mais?

Para Jonathan Marcus, especialista em Diplomacia da BBC, houve concessões dos dois lados. “Os EUA e seus aliados queriam uma retração total do programa nuclear iraniano e uma interrupção de todo o enriquecimento de urânio. E isso é o que Israel ainda prefere. Mas simplesmente não haveria acordo nessas condições”, afirma.

“E o Irã cedeu terreno ao aceitar um nível de inspeção que só perde para o de países derrotados em guerras. O país está aceitando restrições em sua atividade nuclear por um período significativo”, completa o analista.

E ainda há vários aspectos desse complexo acordo que podem trazem problemas – trata-se de um processo, não uma ação única, lembra Marcus.

“Como o regime de inspeção e verificação funcionará na prática? O acesso de inspetores internacionais a instalações militares será suficiente?”, questiona o correspondente.

Fonte: BBC Brasil

Anterior

Novela da Globo diz que incesto é “tabu religioso”

Próximo

Obama: um esquerdista que não gosta do questionamento

Artigo compilado

Artigo compilado

Relacionados Posts

Erros teológicos da Congregação Cristã no Brasil
Destaques

CCB e a Trindade

27 de fevereiro de 2026
Como explicar a divergência entre Atos 9.7 e 22.9?
Destaques

Como explicar a divergência entre Atos 9.7 e 22.9?

26 de fevereiro de 2026
As TJs continuam perdendo na Justiça
Destaques

As TJs continuam perdendo na Justiça

20 de fevereiro de 2026
Pregadora diz impropérios sobre Jesus Cristo
Credos Históricos

CREDO ATANASIANO e a Pessoa de Jesus Cristo

18 de fevereiro de 2026
De quem Deus quer ter misericórdia, endurecer e rejeitar?
Arminianismo

De quem Deus quer ter misericórdia, endurecer e rejeitar?

15 de fevereiro de 2026
As 7 datas da Volta de Jesus no Adventismo
Adventismo

As 7 datas da Volta de Jesus no Adventismo

10 de fevereiro de 2026
Próximo
“Casamento” gay: Obama mentiu, Rick Warren acreditou

Obama: um esquerdista que não gosta do questionamento

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Posts Recentes

Erros teológicos da Congregação Cristã no Brasil

CCB e a Trindade

27 de fevereiro de 2026
Como explicar a divergência entre Atos 9.7 e 22.9?

Como explicar a divergência entre Atos 9.7 e 22.9?

26 de fevereiro de 2026
As TJs continuam perdendo na Justiça

As TJs continuam perdendo na Justiça

20 de fevereiro de 2026
Pregadora diz impropérios sobre Jesus Cristo

CREDO ATANASIANO e a Pessoa de Jesus Cristo

18 de fevereiro de 2026
De quem Deus quer ter misericórdia, endurecer e rejeitar?

De quem Deus quer ter misericórdia, endurecer e rejeitar?

15 de fevereiro de 2026

Calendário de Posts

março 2026
D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  
« fev    
Facebook Twitter Youtube RSS
CACP – Ministério Apologético

O CACP – Centro Apologético Cristão de Pesquisas, fundado em 1998 é uma organização evangélica paraeclesiástica e interdenominacional que promove a fé cristã mediante a produção de pesquisas e informações religiosas.

Siga o CACP

Siga nosso Instagram!

    The Instagram Access Token is expired, Go to the Customizer > JNews : Social, Like & View > Instagram Feed Setting, to refresh it.

© 2022 CACP - Ministério Apologético. Todos os direitos reservados. Desenvolvimento e Hospedagem by M31 Tecnologia.

Sem resultados
Ver todos
  • Home
  • Seitas
    • Catolicismo
    • Islamismo
    • Espiritismo
    • Testemunhas de Jeová
    • Mormonismo
    • Adventismo
    • Seitas Orientais
    • Pseudocristãs
    • Igreja Universal
    • Diversas
    • Destrutivas
  • Movimentos
    • Ufologia
    • Ateísmo
    • Calvinismo
    • Criticismo
    • Evolucionismo
    • Homossexualismo
    • Nome Sagrado
    • Contraditórios
  • Estudos Bíblicos
    • Diversos
    • Polêmicas
    • Dificuldades Bíblicas
    • Apologia
    • Credos Históricos
    • Religião e Sociedade
    • Missões
    • Escatologia
    • PDFs de Estudos
  • Diversos
    • Entrevistas
    • História Geral
    • Testemunhos
    • Debates
    • Mídia e Fé
  • Materiais Apologéticos
    • Livros
    • Artigos
    • PowerPoint
    • Áudio
    • Papel de Parede
    • Jornal “O Alerta”
  • Palestras
  • Vídeos
    • Canal YouTube
  • PDFs

© 2022 CACP - Ministério Apologético. Todos os direitos reservados. Desenvolvimento e Hospedagem by M31 Tecnologia.

Bem-vindo(a)

OR

Faça login na sua conta

Esqueceu a senha?

Confirme sua senha

Entre com seu usuário ou email para redefinir sua senha

Log In
Vá para versão mobile