• O CACP
    • Quem somos
    • O que fazemos
    • Cremos
    • Diretoria
    • Jurídico
  • App CACP
  • e-Learning
  • Natanael Rinaldi
  • Termos de Uso
  • Contato
  • Login
CACP - Ministério Apologético
  • Home
  • Seitas
    • Catolicismo
    • Islamismo
    • Espiritismo
    • Testemunhas de Jeová
    • Mormonismo
    • Adventismo
    • Seitas Orientais
    • Pseudocristãs
    • Igreja Universal
    • Diversas
    • Destrutivas
  • Movimentos
    • Ufologia
    • Ateísmo
    • Calvinismo
    • Criticismo
    • Evolucionismo
    • Homossexualismo
    • Nome Sagrado
    • Contraditórios
  • Estudos Bíblicos
    • Diversos
    • Polêmicas
    • Dificuldades Bíblicas
    • Apologia
    • Credos Históricos
    • Religião e Sociedade
    • Missões
    • Escatologia
    • PDFs de Estudos
  • Diversos
    • Entrevistas
    • História Geral
    • Testemunhos
    • Debates
    • Mídia e Fé
  • Materiais Apologéticos
    • Livros
    • Artigos
    • PowerPoint
    • Áudio
    • Papel de Parede
    • Jornal “O Alerta”
  • Palestras
  • Vídeos
    • Canal YouTube
  • PDFs
Sem resultados
Ver todos
  • Home
  • Seitas
    • Catolicismo
    • Islamismo
    • Espiritismo
    • Testemunhas de Jeová
    • Mormonismo
    • Adventismo
    • Seitas Orientais
    • Pseudocristãs
    • Igreja Universal
    • Diversas
    • Destrutivas
  • Movimentos
    • Ufologia
    • Ateísmo
    • Calvinismo
    • Criticismo
    • Evolucionismo
    • Homossexualismo
    • Nome Sagrado
    • Contraditórios
  • Estudos Bíblicos
    • Diversos
    • Polêmicas
    • Dificuldades Bíblicas
    • Apologia
    • Credos Históricos
    • Religião e Sociedade
    • Missões
    • Escatologia
    • PDFs de Estudos
  • Diversos
    • Entrevistas
    • História Geral
    • Testemunhos
    • Debates
    • Mídia e Fé
  • Materiais Apologéticos
    • Livros
    • Artigos
    • PowerPoint
    • Áudio
    • Papel de Parede
    • Jornal “O Alerta”
  • Palestras
  • Vídeos
    • Canal YouTube
  • PDFs
Sem resultados
Ver todos
CACP - Ministério Apologético
Sem resultados
Ver todos
Home Seitas Catolicismo

O Catolicismo e a Salvação Pela Graça

Artigo compilado por Artigo compilado
23 de abril de 2025
em Catolicismo, Destaques, Outras Doutrinas, Seitas, Video
0
0
SHARES
100
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter

“Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus” Romanos 10.3

O modo como Deus aceita o pecador é o mais importante de todos os assuntos de qualquer hora e pela eternidade. A questão mais importante neste capítulo é: Como o homem pode ser aceito por Deus? O Catolicismo Romano diz que é por fazer certas obras. A Palavra de Deus diz que é unicamente pela fé. Veremos mais detalhadamente a resposta do Catolicismo para essa questão.

A SALVAÇÃO VEM PELA MANUTENÇÃO DOS SACRAMENTOS

Um sacramento é uma ação ou cerimônia que tem eficácia salvadora. É necessário para salvar ou ajudar a salvar um pecador. O Catolicismo ensina que há sete sacramentos: o batismo, a confirmação, a Santa Eucaristia, a Penitência, a Extrema Unção, as Ordenações Sagradas e o Matrimônio. O Catecismo da Igreja Católica, de 1994, diz, acerca da questão #1129: “A Igreja afirma que, para os crentes, são necessários os sacramentos da Nova Aliança para a salvação”.

O Conselho de Trento reuniu-se no século XV e declarou oficialmente as principais doutrinas da Igreja Católica, registrando-as por escrito. Os decretos desse conselho nunca foram repelidos nem renunciados pela Igreja Católica.

Veja-se uma declaração oficial do Conselho de Trento, em seus decretos, sobre os sacramentos, no Cânone IV: “Se alguém diz que os sacramentos … não são necessários para a salvação, mas, ao contrário, supérfluos, e que, sem eles, os homens obtêm de Deus, por meio exclusivo da fé, a graça da justificação … seja um anátema (ou literalmente, que a maldição de Deus esteja sobre ele)”. O Cânone VIII diz: “Se alguém diz que pelos sacramentos … a graça não é conferida pela obra desempenhada, e que unicamente a fé na divina promessa é suficiente para a obtenção da graça: seja um anátema”.

A questão #17 do Catecismo de Baltimore diz: “Os sacramentos do batismo e da penitência foram instituídos principalmente para dar graça àqueles que não a possuem”. Em seus decretos sobre o batismo, o Conselho de Trento afirmou, no Cânone V, que “se alguém diz que o batismo não … é necessário para a salvação: seja um anátema”.

O Catolicismo ensina que a Ceia do Senhor concede graça às almas. O Cânone V do Conselho de Trento diz: “Se alguém diz ainda que o principal fruto da Santíssima Eucaristia não é a remissão de pecados ou que dela não resultam outros efeitos: seja um anátema”. O Catolicismo ensina, portanto, que uma pessoa pode ser aceita por Deus devido à observação de sacramentos.

A SALVAÇÃO VEM POR FAZER BOAS OBRAS

O Catolicismo diz que a salvação pode ser merecida, recebida ou atingida pelas obras de alguém. O Catolicismo ensina, além disso, que os homens podem, nesta vida, cumprir perfeitamente a lei de Deus. O Conselho de Trento diz, no Cânone XVIII: “Se alguém diz que os mandamentos de Deus são impossíveis de serem cumpridos, mesmo por alguém justificado e constituído na graça: seja um anátema”.

O Catolicismo ensina que as obras dos crentes são um pré-requisito essencial para sua justificação e que têm um caráter de conduzir à salvação. O Cânone XXIV do Conselho de Trento diz: “Se alguém diz que as obras são meramente frutos e sinais da justificação obtida, e não a causa da sua frutificação: seja um anátema”.

O Catolicismo ensina que as boas ações feitas pelos santos, que vão além do necessário para sua própria salvação, podem ser guardadas e usadas por outros. Essas boas ações, como a frequência a igreja, as missas, os rosários, jejuns, o uso de medalhas e crucifixos podem receber méritos passíveis e podem ser guardados para o uso de outras pessoas. Acerca da questão #440, o Catecismo de Baltimore diz: “A satisfação superabundante da Abençoada Virgem Maria e dos santos é aquela que ganharam durante seu tempo de vida mas não necessitavam, quais a igreja atribui aos seus membros companheiros da comunhão dos santos”.

Quem é da minha geração se lembrará do famoso Bispo Católico Fulton J. Sheen. Em seu livro Paz da Alma, Sheen diz, na página 208: “A Igreja tem um tremendo capital Espiritual ganho pelos séculos de penitência, perseguição e martírio; muitos de seus filhos oraram, sofreram e se tornaram merecedores de muito mais do que necessitavam para sua própria salvação individual”. A Igreja tomou esses méritos superabundantes e os colocou no tesouro espiritual, ao qual os pecadores arrependidos podem recorrer em tempos de depressão espiritual. O papa pode supostamente dispensar esses méritos extras aos Católicos dependendo de como eles desempenham as obras determinadas pelos padres. Roma chama esses méritos extras de “obras da super-rogação”.

O Catolicismo ensina que “os homens podem satisfazer a justiça de Deus através dos seus próprios sofrimentos”, citando a Seção V, capítulo 16, de Trento. O Catolicismo atribui muito da punição pelos pecados dos Católicos sobre o próprio pecador, no purgatório, lugar para onde vão quando morrem e expiam seus próprios pecados, sofrendo no fogo por períodos específicos de tempo. Portanto, o Catolicismo magnífica os méritos das obras dos homens ensinando que a salvação pode ser merecida, ganhada ou atingida como recompensa pelas obras dos homens.

A JUSTIFICAÇÃO É UMA OBRA FEITA NO CRENTE, NÃO PELO CRENTE

O Catolicismo ensina que, na justificação, o homem recebe uma infusão ou justiça pelo Espírito Santo e que Deus aceita o crente só por causa da obra que o Espírito Santo faz nele. A Seção VI, capítulos 7 e 16, de Trento diz que a justificação vem da infusão da justiça de Cristo no Cristão a fim de que realmente torne-se justificado. O Catolicismo ensina que o homem é justificado por Deus apenas quando o Espírito Santo dá-lhe uma natureza justa. O Catolicismo diz que a justiça de Cristo flui para dentro do crente especialmente através dos sacramentos.

Nos seus ensinamentos sobre justificação, o Catolicismo mistura e confunde justificação e santificação. O Catolicismo não vê nenhuma distinção entre santificação e justificação, entre operações subjetiva e objetiva de Deus, entre a obra do Espírito Santo dentro de nós e a obra do Pai sobre nós e por nós. O Catecismo de Baltimore diz, na questão #112: “Os principais efeitos da graça santificadora são: primeiro, ela faz que … sejamos agradáveis a Deus … e … nos dá direito ao céu”. Biblicamente, entretanto, é a justificação, e não a santificação, que faz que um pecador agradável a Deus e lhe dá direito à vida eterna.

O QUE A PALAVRA DE DEUS DIZ SOBRE A SALVAÇÃO

Como temos visto, a Igreja Católica é construída sobre um sistema de salvação pelas obras, sobre o mérito humano, e não sobre méritos exclusivamente da perfeita e substitutiva morte de Jesus Cristo pelos pecadores. Portanto, o Romanismo destrói o caráter puramente gracioso da salvação e substitui por um sistema de graça mais obras.

A PALAVRA DE DEUS DIZ QUE A SALVAÇÃO NÃO VEM PELA MANUTENÇÃO DE SACRAMENTOS

A doutrina bíblica da justificação pela fé pessoal em Jesus Cristo extermina pela raiz todo o sacramentalismo. É um fato que os chamados sacramentos não vêm de Deus. Não são ensinados pela Palavra de Deus. Em nenhum lugar na Palavra de Deus há essas coisas chamadas sacramentos ou é dito que são necessárias para a salvação. São invenções dos homens que têm sido incluídas na Palavra de Deus. Atos 5:29 diz: “Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens”.

A PALAVRA DE DEUS DIZ QUE A SALVAÇÃO NÃO VEM POR FAZER BOAS OBRAS

Isaias 64:6 conta-nos que Deus pensa sobre todas as nossas obras, quando o profeta diz: “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam”. Em Lucas 17:10, o Senhor Jesus diz que, depois de fazer aquilo que é nosso dever, devemos, então, confessar que somos servos inúteis, porque fazemos apenas o que é nosso dever. “Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer”.

Repetidamente a Palavra de Deus diz que a salvação vem pela fé e não pelas obras. Romanos 3:28 diz: “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei“. Romanos 4:5 diz: “Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça”.

Em Mateus 7:21-23, o Senhor Jesus diz que nem mesmo muitas obras maravilhosas salvarão o pecador! “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade“.

Segundo a Palavra de Deus, a justificação é recebida pura e simplesmente mediante a fé. Romanos 1:16 conta-nos que a salvação é para aqueles que creem. “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê“.

De acordo com o Catolicismo, a salvação pode ser merecida pelo homem. Isso, entretanto, contradiz claramente a doutrina da graça da Palavra de Deus. Pelo próprio significado da palavra graça depreende-se que a graça não pode ser recebida como recompensa. O único significado da palavra é gratuito. Romanos 11:6 diz: “Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra”.

Efésios 2:8-9 diz claramente que a salvação não é uma questão de obras, mas graça. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”.

O uso de méritos na salvação caracteriza uma salvação somente e simplesmente pelas obras. Segundo a Palavra de Deus, a salvação verdadeira é baseada unicamente nos méritos de Jesus Cristo alcançados em Sua vida justa e pela Sua morte vicária, no lugar dos outros. Quando o homem contribui com alguma obra para sua própria salvação, rouba-se de Deus parte de Sua glória.

O Catolicismo diz que a fé mais as obras resulta em justificação. A Palavra de Deus diz que a fé resulta em justificação e obras. O livro de Tiago deixa claro que a fé viva sempre conduz a boas obras, que a fé produz obras e que, se as obras são inexistentes, então a fé não é genuína. O Catolicismo diz que as obras são necessárias para ganhar a salvação. A Palavra de Deus diz que as obras são necessárias por causa da salvação.

A PALAVRA DE DEUS ENSINA QUE A JUSTIFICAÇÃO VEM UNICAMENTE PELA FÉ

A justificação é o artigo da fé sobre o qual a Cristandade bíblica se sustenta, caso contrário, cai. Essa doutrina fundamental tem sido o campo de batalha entre Católicos, Batistas e todos os outros Cristãos há muitos séculos e essa batalha mantém-se ainda hoje.

Justificação é um termo legal. É uma transação legal que se localiza completamente fora de nós. Tudo é feito por Deus e nada é feito pelo justificado. A justificação é o oposto da condenação. Nela o pecador é declarado justificado, perdoado e lhe é dado direito ao céu. A justificação é baseada sobre a justiça de Jesus Cristo e não sobre alguma coisa que está no pecador ou que é feita pelo pecador.

O pecador culpado necessita de duas coisas: remover a culpa dos seus pecados e uma perfeita justificação, na qual podem se apresentar diante de Deus. Os pecadores que creem recebem ambas essas coisas na justificação.

Um aspecto essencial da justificação bíblica é a questão da imputação. Imputar alguma coisa significa creditar algo em favor de uma pessoa ou considerar algo pertencente a uma pessoa. A justificação envolve a não imputação do pecado e a imputação da justiça a uma pessoa. Na justificação, os pecados de uma pessoa não são mais imputados a ela e a ela atribuídos, mas, ao mesmo tempo, a justiça de Jesus Cristo é imputada ou creditada em seu favor.

O Catolicismo diz que a justificação é um ato pelo qual um homem é feito justo, enquanto que a Palavra de Deus diz que a justificação é um ato de Deus pelo qual o crente é declarado e computado como justo. A Palavra de Deus rejeita o ensinamento de que um pecador é feito justo ou que ele alcança sua salvação por meio de suas próprias obras.

A santificação é o processo pelo qual os crentes são feitos participantes da santidade de Deus. O autor e produtor da santificação é Deus o Santo Espírito. A santificação é iniciada com a regeneração e continua até ser, no futuro, consumada na glorificação do corpo dos crentes, isto é, na vinda de Cristo. A justificação e a santificação não são a mesma coisa. A justificação e a santificação devem ser distinguidas uma da outra se uma ou ambas forem adequadamente entendidas. A Palavra de Deus ensina que a justificação é a imputação ou atribuição da justiça de Cristo ao crente, não a infusão da justiça de Cristo no crente.

Veja em Romanos 3:21-22 a importância das preposições para e sobre. “Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem”.

Paulo, na carta aos Romanos, expõe publicamente uma verdade evangélica segundo a qual o pecador é justificado por uma justificação imputada, encontrada inteiramente fora de nós e a nós creditada.

A Palavra de Deus diz que a justificação é uma obra de Cristo por nós, ao passo que a santificação é uma obra do Espírito Santo em nós. Na justificação, Deus imputa a justiça de Cristo. Na santificação, Deus Espírito infunde a graça e capacita o crente a fazer boas obras. Na justificação, o pecado é perdoado, enquanto que, na santificação, o pecado é subjugado. A justificação é um ato feito uma única vez, sendo que a santificação é um processo contínuo. O evangelho é as boas novas do que Deus fez por nós através da vida e morte de Cristo.

Pessoas verdadeiramente justificadas não olham para dentro delas mesmas para encontrar a certeza de que Deus aceitou-as. Olham para fora delas, para a perfeita justificação de Cristo, com a esperança de serem aceitas por Deus. Deus aceita os pecadores e os declara justos quando aceitamos seu dom pela fé. A justificação pela fé é um dos principais pensamentos do livro de Romanos e dos escritos de Paulo.

João 3:18 é um versículo importante, pois diz que os pecadores são justificados pela fé. “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”.

A fé é o meio pelo qual se recebe a justificação de Deus. A fé em si não faz parte de nossa justificação. A fé não é a causadora da justificação. Pelo contrário, é Deus o causador da justificação.

A fé, enquanto nosso ato ou obra, não é o que nos justifica, porque seriamos então justificados por obras, por algo que fazemos, algo de nós mesmos. A fé não tem nenhum mérito em si para que pudesse merecer a justificação por nós. Ela é efetiva apenas como instrumento, apenas se se apoia sobre Cristo e Sua justiça. Algumas pessoas dizem que não se tem um pobre merecedor de comida quando ele a toma da mão de um doador e não se tem um pecador merecedor da salvação quando ele a recebe como dádiva de Jesus Cristo.

Segundo a Palavra de Deus, a justificação vem unicamente pela fé. Sola Fide é como esse fato se descreve em Latim. O Catolicismo diz que a justificação vem pela fé mais as obras. A Palavra de Deus diz que a justificação vem unicamente pela fé. O Catolicismo diz que a justificação vem por Cristo e pelo pecador. A Palavra de Deus diz que ela vem unicamente por Cristo.

O Conselho de Trento condenou a doutrina Sola Fide, ou unicamente pela graça, dizendo que é como “a crença indolente dos heréticos”. Trento também disse isso sobre a justificação se dar unicamente pela fé na seção 6, Cânone IX: “Se alguém diz que o ímpio é justificado unicamente pela fé, querendo dizer, desse modo, que nada mais se requer como cooperação a fim de obter a graça da justificação e que isso não é necessário de forma alguma, estando ele preparado e disposto para o movimento de sua própria vontade, seja um anátema”.

Ao contrário, a Palavra de Deus diz, em Gálatas 2:16, que não somos justificados pelas obras, mas pela fé. “Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada“. A justificação é recebida unicamente pela fé. Romanos 4:6 diz que “Deus imputa a justiça sem as obras”.

Mais uma citação do Conselho de Trento. Essa está na seção VI, Cânone 12. “Se alguém diz que a fé justificadora é nada mais do que a confiança na divina misericórdia que redime o pecado através da salvação que vem de Cristo, ou que essa confiança é o único meio pelo qual somos justificados, seja um anátema“.

O fato de a justificação vir unicamente pela fé tem uma importância crucial para a salvação de um pecador, e até alguns Católicos compreendem isso. O escritor Católico Philip Hughes, em seu livro Uma História Popular da Igreja Católica, diz, na página 176, que, se somente a fé salva, “toda a estrutura tradicional [do Catolicismo] é vazia e desnecessária, como a Missa, os sacramentos, o sacrificante sacerdócio, o ensino da hierarquia, as práticas da penitência, o asceticismo, o hábito de autoprivação, rezas. Essas coisas são um estorvo, um enorme engano, um terrível sistema de mentiras que, portanto, deve ser varrido e destruído por completo”.

CONCLUSÃO

É seguramente significante que o livro de Romanos, que tem muito a dizer sobre a justificação pela fé sem obras, tenha sido escrito para a igreja da cidade que mais tarde tornou-se o centro da religião Católica! É como se Romanos tivesse sido planejado como um permanente protesto de Deus contra os erros do Catolicismo.

Meus amigos, a escolha é um ou outro. Ou você crê no Evangelho e recebe, pela fé, o dom gratuito de Deus que é a salvação ou crê nas tradições da Igreja Católica de que a salvação deve ser recebida como recompensa a boas obras.

A simplicidade das escrituras está em completo contraste com a complexa resposta de Roma para a questão: O que devo fazer para ser salvo? A Palavra de Deus responde a essa questão em Atos 16.31 – “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo!”.

—————

Autor: Laurence A. Justice
Tradução: Albano Dalla Pria 05/01
Revisão: Calvin G. Gardner 12/01

Anterior

Salvação, só na Igreja Católica

Próximo

Acupuntura e a Bíblia

Artigo compilado

Artigo compilado

Relacionados Posts

A Similaridade entre a CCB e a Igreja da Vó Rosa
Destaques

A Similaridade entre a CCB e a Igreja da Vó Rosa

29 de agosto de 2025
A  Seita da Santa Vó Rosa
Destaques

A Seita da Santa Vó Rosa

21 de agosto de 2025
Movimento de Ajuda às Vitimas das Testemunhas de Jeová
Destaques

Movimento de Ajuda às Vitimas das Testemunhas de Jeová

17 de agosto de 2025
“Dar moral pro Rodrigo Silva é dar um tapa na cara dos Ex-Adventistas!”
Adventismo

“Dar moral pro Rodrigo Silva é dar um tapa na cara dos Ex-Adventistas!”

13 de agosto de 2025
O Adventista Rodrigo Silva e a Mudança da Lei
Adventismo

O Adventista Rodrigo Silva e a Mudança da Lei

8 de agosto de 2025
A Macumba de Alcione pra Trump revela as Religiões Africanas
Bruxaria

A Macumba de Alcione pra Trump revela as Religiões Africanas

6 de agosto de 2025
Próximo
Acupuntura e a Bíblia

Acupuntura e a Bíblia

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Posts Recentes

A Similaridade entre a CCB e a Igreja da Vó Rosa

A Similaridade entre a CCB e a Igreja da Vó Rosa

29 de agosto de 2025
A  Seita da Santa Vó Rosa

A Seita da Santa Vó Rosa

21 de agosto de 2025
Movimento de Ajuda às Vitimas das Testemunhas de Jeová

Movimento de Ajuda às Vitimas das Testemunhas de Jeová

17 de agosto de 2025
“Dar moral pro Rodrigo Silva é dar um tapa na cara dos Ex-Adventistas!”

“Dar moral pro Rodrigo Silva é dar um tapa na cara dos Ex-Adventistas!”

13 de agosto de 2025
O Adventista Rodrigo Silva e a Mudança da Lei

O Adventista Rodrigo Silva e a Mudança da Lei

8 de agosto de 2025

Calendário de Posts

agosto 2025
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  
« jul    
Facebook Twitter Youtube RSS
CACP – Ministério Apologético

O CACP – Centro Apologético Cristão de Pesquisas, fundado em 1998 é uma organização evangélica paraeclesiástica e interdenominacional que promove a fé cristã mediante a produção de pesquisas e informações religiosas.

Siga o CACP

Siga nosso Instagram!

    The Instagram Access Token is expired, Go to the Customizer > JNews : Social, Like & View > Instagram Feed Setting, to refresh it.

© 2022 CACP - Ministério Apologético. Todos os direitos reservados. Desenvolvimento e Hospedagem by M31 Tecnologia.

Sem resultados
Ver todos
  • Home
  • Seitas
    • Catolicismo
    • Islamismo
    • Espiritismo
    • Testemunhas de Jeová
    • Mormonismo
    • Adventismo
    • Seitas Orientais
    • Pseudocristãs
    • Igreja Universal
    • Diversas
    • Destrutivas
  • Movimentos
    • Ufologia
    • Ateísmo
    • Calvinismo
    • Criticismo
    • Evolucionismo
    • Homossexualismo
    • Nome Sagrado
    • Contraditórios
  • Estudos Bíblicos
    • Diversos
    • Polêmicas
    • Dificuldades Bíblicas
    • Apologia
    • Credos Históricos
    • Religião e Sociedade
    • Missões
    • Escatologia
    • PDFs de Estudos
  • Diversos
    • Entrevistas
    • História Geral
    • Testemunhos
    • Debates
    • Mídia e Fé
  • Materiais Apologéticos
    • Livros
    • Artigos
    • PowerPoint
    • Áudio
    • Papel de Parede
    • Jornal “O Alerta”
  • Palestras
  • Vídeos
    • Canal YouTube
  • PDFs

© 2022 CACP - Ministério Apologético. Todos os direitos reservados. Desenvolvimento e Hospedagem by M31 Tecnologia.

Bem-vindo(a)

OR

Faça login na sua conta

Esqueceu a senha?

Confirme sua senha

Entre com seu usuário ou email para redefinir sua senha

Log In
Vá para versão mobile