MUSICALIDADE
Tanto a CCB como a IAVR vê na musicalidade uma prática de conexão singular com Deus! Pra eles, tocar o instrumento é um jeito de agradar a Deus que os faz singular! Também, ambas as seitas, acreditam que a musicalidade é uma obra que o leva a salvação!
FONTE DE AUTORIDADE
A CCB coloca no Brás e nos anciões mais velhos toda fonte de autoridade da instituição. O sistema é episcopal e as ordens vem de cima! Os membros e os obreiros não participam das decisões da liderança, a coisa vem de cima pra baixo goela abaixo! Tanto que o Francescon, em 1959 classificava a CCB como seita devido a isso (Biografia de Francescon, Coutinho, 2º Ed, Pg 393).
Na IASV a autoridade do primaz Aldo Bertoni era indiscutível, por ser o único que recebeu essa autoridade da falecida Vó Rosa, cognominada o Consolador. Ela se comunica diretamente com ele. Está escrito: “Esclarecemos que a Santa Vó Rosa não fala por intermédio de mais ninguém a não ser pelo seu sucessor, e não se manifesta em qualquer corpo, mas usa somente a quem preparou. Igualmente dizemos que esta Igreja não é dirigida através de visões de quem quer que seja, a não ser pelas concedidas por Ela ao seu representante.” (Livro “O Espírito Santo de Deus e o Consolador” – Bispo Eurico Coutinho, 2º Ed, Pg 130)
REVELAÇÃO DOS LÍRES MAIS IMPORTANTE QUE A REVELAÇÃO BÍBLICA
A CCB coloca o “buscar a palavra na boca do ancião” como uma prova do “Pão quentinho” que Deus estaria dando ao congregado que busca um direcionamento. Logo, a palavra do Ancião se torna mais importante que o próprio escrito bíblico. A Bíblia na CCB é um livro secundário em relação as revelações dadas aos anciões na hora da pregação. (Na CCB cada ancião é uma Santa Vó Rosa)
Na IASV acontece algo muito similar, ou seja, o que vale é as revelações dadas à Santa Vó Rosa e ao Irmão Aldo. A Bíblia pra eles é um livro de santos mortos e o que vale é a palavra dos atuais profetas!
ÚNICA IGREJA VERDADEIRA
A maioria dos adeptos da CCB defende tenazmente a ideia errônea de que a salvação só é possível na sua própria igreja: a “gloriosa Congregação”. Desenvolveram inconscientemente a doutrina da auto-salvação, ou da religião salvífica, e consequentemente, por tabela, o monopólio da salvação, com todos os direitos reservados à CCB, uma espécie de “copyright”.
A IASV arroga para si a exclusividade na salvação dos pecadores. A pretensão religiosa é inimaginável pois afirma: “A perfeita obra de redenção, nos dias atuais, só existe nesta Igreja Apostólica, através do Consolador que dá atualidade à doutrina e ao sacrifício de Jesus a perfeita redenção.” (Livro “O Espírito Santo de Deus e o Consolador” – Bispo Eurico Coutinho, 2º Ed, Pg 61)
BATISMO REGENERACIONAL
A CCB diz – No livreto “Pontos de Doutrina e Fé que “uma vez foi dada aos santos” página 7 lemos: “BATISMO POR IMERÇÃO: Este sacramento se exerce por imersão, conforme declara no cap.2, ver.12 aos Colossenses…”
Argumentam a IASV: “Há grupos religiosos que pregam que a regeneração ou o novo nascimento se dá no momento em que alguém desce às águas batismais. Os apostólicos creem assim. E o nascer da água se dá no ato do batismo por imersão no Reino de Deus. Este é um sacramento instituído por Deus, para que os seus filhos cumpram sua justiça e confirmem sua fé, e testifiquem haver deixado do mundo e de todo o pecado, a fim de viverem no Reino de Deus…” (Livro “O Espírito Santo de Deus e o Consolador” – Bispo Eurico Coutinho, 2º Ed, Pg 76)
PECADO DE MORTE
Na CCB, a doutrina ensina que o adultério e a fornicação são considerados “pecados de morte”, o que significa, para muitos membros, que esses atos são imperdoáveis e resultam na perdição eterna, sem possibilidade de arrependimento ou restauração.
Na IASV nada se pode falar contra a Vó Rosa, o Consolador, pois abrir a boca ou escrever criticando seus ensinos é cometer o pecado imperdoável: a blasfêmia contra o Espírito Santo – um pecado de morte. “Um pregador, por exemplo, que não creia na doutrina tal qual nós ensinamos nesta igreja, se ele não abrir a sua boca para combatê-la, e se não tomar atitude de oposição, não chegará a blasfemar; mas se o fizer, ainda que seja com o intuito de defender seu ponto de vista, irá blasfemar contra o Espírito Santo que nos ensina a pregá-la. Se pregar contra a Santa Vó Rosa, peca contra o Espírito Santo a quem Ela representa.” (Livro “O Espírito Santo de Deus e o Consolador” – Bispo Eurico Coutinho, 2º Ed, Pg 152)